André Jesus
Cavaquinho

Historial Artístico – Cavaquinho

Formação artística do instrumento:

2000/2005: Elemento activo da Orquestra Típica e Rancho da Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra – no início da  vida da Secção de Fado logo surgiu a criação de uma Escola de Música onde se ministravam instrumentos como guitarra clássica, guitarra de Coimbra e cavaquinho. Com este espírito, a Orquestra Típica e Rancho tem a finalidade de divulgar a etnografia e o folclore característicos das gentes de Coimbra e dos seus arredores na sua relação com a Universidade no fim do século XIX e início do século XX.

2001/2005: Elemento activo da Estudantina Universitária de Coimbra da Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra – este grupo foi pioneiro e grande impulsionador daquilo a que hoje se chama vulgarmente o fenómeno das tunas. De facto, este grupo foi o primeiro do seu género a representar Portugal e os seus estudantes em festivais além fronteiras, tendo sido o primeiro a registar discograficamente a sua obra.

2003/2005: Elemento activo do Grupo de Cordas da Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra – sob a coordenação de Amadeu Magalhães, o Grupo de Cordas ressurgiu em 1997, com o objectivo de divulgar a música tradicional portuguesa e estrangeira. Como o próprio nome indica, os instrumentos de cordas são predominantes, nomeadamente os instrumentos mais tradicionais, como o cavaquinho, bandolim, bandola e viola braguesa contando ainda com a viola baixo e a guitarra folk, sendo o cajon o único instrumento de percussão.

Desde 2005: Elemento activo do grupo Druidas – este projecto surge em 2005 com os objectivos de divulgação e enriquecimento da música tradicional portuguesa e estrangeira. A passagem dos elementos que o compõem pelo Grupo de Cordas da Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra é, sem dúvida, o factor que determina a especificidade da formação técnico-instrumental do grupo Druidas.

Desde 2007: Formador de cavaquinho da EMtrad (Escola de Música Tradicional da d'Orfeu Associação Cultural ), para os níveis iniciação e avançado/especialização. A EMtrad concede formação específica e qualificada em instrumentos tradicionais, valorizando-se as músicas tradicionais num quadro de complementaridade entre os diversos géneros musicais. As aulas pressupõem o contacto permanente com o instrumento, sendo através dele que se desenvolvem todas as competências musicais.

Representação artística a nível internacional:

2000 - Ortigueira (Espanha); 2001 - Bad Segeberg (Alemanha); 2002 - Toronto (Canadá); Loutraki (Grécia); Torre de Moliños (Espanha); Poitiers (França); 2003 – Schifflange (Luxemburgo); Lodz (Polónia); 2004 – Brno (República Checa); Libramont (Bélgica); 2005 - Lodz (Polónia); Brno (República Checa).

Representação artística a nível nacional:

Actuações, participações em festivais e organização de encontros e eventos por toda a região de Coimbra;

Actuações e participações em festivais, encontros e eventos em inúmeras regiões do país (Boliqueime, Golegã, Viana do Castelo, Mangualde, Braga, Ponta Delgada, Guimarães, Batalha, Pinhal Novo, Seia, Lisboa, Almada, Porto, S. João da Madeira, Aveiro, Moita, Valença, Camacha, Sendim, etc.)

Cronologia artística dos Druidas :

• 2005 - Covilhã; Monte de S. Domingos (Oliveira do Arda, Castelo de Paiva); 2006 - Pedorido (Castelo de Paiva); 2007 - Tetra – 4º Ciclo Experimental ( d'Orfeu , Águeda); Ordino (Andorra); PareSeres da Terra (Lousada).

 

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